SlutWalk Porto 2012

13 Jun

Sábado, 30 de Junho de 2012 – 19:00h

Imagem

Slutwalk Porto, marcha das galdérias, um movimento pela autodeterminação sexual, pessoal e sexualidade afirmativa, pelo retomar dos direitos sobre o próprio corpo, pela ocupação livre do espaço público pelas mulheres e término da rape culture e culpabilização das vítimas.

Nascido em Toronto, após um elemento da polícia se ter referido a casos de violações como culpa das vítimas, devendo estas usarem decotes mais pequenos e saias mais compridas, usa o termo Slut, Galdéria, vadia, como nomeação de poder que alerta para esta necessidade de educar para o respeito, de focar a educação masculina na não violação.

Pede um focar nos culpados e não nas vítimas, alerta e consciencializa para os casos de assédio e para a perda de espaço público sofrida pelas mulheres enquanto se continua a estimular uma cultura de medo.

Não é Não, sempre que for dito.
 

Programa: 

– Concentração às 19:00h com pic nic galdério;
– Saída da Marcha às 22:00.
– Tragam cartazes;
– Confecção de cartazes durante o pic nic;
– Venham lindxs e expressem sua liberdade, a marcha é para todxs!

 

Evento FB – www.facebook.com/events/144376162364961

Anúncios

A Marcha das Galdérias é uma forma de protesto

11 Ago

A Marcha das Galdérias não é bem o que o título diz – é uma forma de protesto

A Marcha das Galdérias não é bem o que o título diz – é uma forma de protestoA primeira Slutwalk aconteceu em Toronto. Foto: Anton Bielousov

Pelo direito a que uma mulher possa ser ela própria sem que seja rotulada de provocadora, realiza-se no sábado a primeira Marcha das Galdérias do Porto, que pretende repudiar a violência de género.

O percurso, com começo marcado para as 22h30, vai da Cordoaria até à Praça dos Poveiros, passando pelas Galerias de Paris e pela Avenida dos Aliados, e tem como objectivo, segundo um comunicado da organização, demonstrar indignação “contra a culpabilização que as mulheres continuam a sofrer enquanto vítimas de agressão sexual e contra a desresponsabilização do agressor”.

À semelhança de outras marchas já realizadas, a começar pela de Toronto que deu início ao fenómeno global denominado por SlutWalk, depois de um polícia ter dito que as mulheres deviam evitar vestir-se como “galdérias” para não serem vítimas de ataques sexuais, o propósito é apelar à “consciência social e ao direito à autodeterminação sexual”, o que se traduz, na prática, pela “liberdade de poder sair à noite no Porto sem ser chateada”, diz Carmo Pereira, da organização.

“Que possa ser eu sem ser uma provocadora. Que possa ter o meu discurso sobre o meu corpo sem ser ao serviço de mais ninguém, que não de mim própria. E acho que é preciso consciencializar as pessoas disso”, explica Carmo Pereira, apelando a que as pessoas participem na marcha, com a denominação que entenderem.

A organização do evento passou, em grande parte, pelo Facebook, onde o grupo respeitante à SlutWalk portuense contava, às 20h desta quinta-feira, com 190 membros, “com práticas e identidades sexuais, actividades profissionais e origens culturais, sociais e geográficas diversas, vinculadas a este objectivo comum”, segundo o comunicado do evento.

Tal como as restantes marchas deste cariz, “a marcha portuense centra-se na denúncia da violência de género e no combate ao discurso machista que objectifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão”.

No sábado, várias outras marchas terão lugar, um pouco por todo o mundo, de Berlim a Washington. Em Junho, já aconteceu uma iniciativa deste género em Lisboa.

Porto24

1ª Marcha das Galdérias contra rótulos de provocações

11 Ago

1ª Marcha das Galdérias convocada para sábado contra rótulos de provocações

Pelo direito a que uma mulher possa ser ela própria sem que seja rotulada de provocadora, realiza-se no sábado a primeira Marcha das Galdérias do Porto, que pretende repudiar a violência de género, disse hoje uma organizadora.

O percurso, com começo marcado para as 22:30, vai da Cordoaria até à Praça dos Poveiros, passando pelas Galerias de Paris e pela Avenida dos Aliados, e tem como objetivo, segundo comunicado enviado hoje, demonstrar indignação “contra a culpabilização que as mulheres continuam a sofrer enquanto vítimas de agressão sexual e contra a desresponsabilização do agressor”.

À semelhança de outras marchas já realizadas, a começar pela de Toronto que deu início ao fenómeno global denominado por ‘SlutWalk’ depois de um polícia ter dito que as mulheres deviam evitar vestir-se como “galdérias” para não serem vítimas de ataques sexuais, o propósito é apelar à “consciência social e ao direito à autodeterminação sexual”, o que se traduz, na prática, pela “liberdade de poder sair à noite no Porto sem ser chateada”, disse à Lusa Carmo Pereira, parte do grupo organizador.

“Que possa ser eu sem ser uma provocadora. Que possa ter o meu discurso sobre o meu corpo sem ser ao serviço de mais ninguém, que não de mim própria. E acho que é preciso consciencializar as pessoas disso”, explicou Carmo Pereira, apelando a que as pessoas participem na marcha, com a denominação que entenderem.

A organização do evento passou, em grande parte, pelo grupo social Facebook, onde o grupo respeitante à ‘SlutWalk’ portuense contava, às 16h30 de hoje, com 190 membros e que permitiu a reunião de “dezenas de pessoas com práticas e identidades sexuais, atividades profissionais e origens culturais, sociais e geográficas diversas, vinculadas a este objectivo comum”, segundo o comunicado do evento.

Tal como as restantes marchas deste cariz, “a marcha portuense centra-se na denúncia da violência de género e no combate ao discurso machista que objetifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão”.

Este é um protesto, refere a página do evento, “contra a ideia de que, quando as mulheres dizem sim, querem dizer sim e quando dizem não, querem dizer sim na mesma”.

No sábado, várias outras marchas terão lugar, um pouco por todo o mundo, de Berlim a Washington, depois de, em Junho, já se ter realizado uma iniciativa deste género em Lisboa.

Destak/Lusa

‘Galdérias’ marcham no Porto “contra os machistas”

11 Ago

‘Galdérias’ marcham no Porto “contra os machistas”

A mulher tem direito de querer ser mulher, respeitada, e de andar livremente vestida, sem que seja chamada de provocadora, oferecida, ou até mesmo de “galdéria”. É contra este tipo de rótulos que, no próximo sábado, se irá realizar a primeira Marcha das Galdérias no Porto.

Esta marcha surgiu, inicialmente, em Toronto depois de um polícia ter dito que “as mulheres devem evitar vestir-se de forma provocante se não quiserem ser violadas”.

A indignação do mundo dos saltos altos espalhou-se como um rastilho e a ‘Marcha das Galdérias’ chegou a mais de 70 cidades, desde Sidney, a Londres e Brasília.

Depois de em Junho ter chegado a Lisboa, surge agora no Porto. A ‘Marcha das Galdérias’ (‘slutwalk’, nome de origem), tem como propósito apelar à “consciência social e ao direito à auto-çdeterminação sexual”, e à “liberdade de poder sair à noite no Porto sem ser chateada”, disse à agência Lusa, Carmo Pereira, parte do grupo organizador.

Tal como as restantes marchas deste género, “a marcha portuense centra-se  na denúncia da violência de género e no combate ao discurso machista que  objectifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão”.

No próximo sábado, várias outras marchas terão lugar, um pouco por todo o Mundo, de Berlim a Washington. O percurso desta marcha está marcado para as 22h30.

CM

 

Porto: SlutWalk pela defesa das mulheres

11 Ago

Porto: SlutWalk pela defesa das mulheres

Porto: SlutWalk pela defesa das mulheresEste sábado, 13 de Agosto, vai ser organizado o SlutWalk Porto. Este evento surge para mostrar a revolta de um grupo de cidadãos contra a culpabilização das mulheres quando são vítimas de agressão sexual.

Depois de passar por várias cidades do Mundo e até por Lisboa no passado dia 25 de Junho, a iniciativa que está contra a “culpabilização que as mulheres continuam a sofrer enquanto vítimas de agressão sexual e contra a desresponsabilização do agressor”, a SlutWalk, está na cidade nortenha no dia 13 de Agosto. A marcha inicia-se pelas 22h30 junto ao Tribunal da Relação do Porto.

Através de comunicado, a organização faz saber que a marcha é realizada por “dezenas de pessoas com práticas e identidades sexuais, actividades profissionais e origens culturais, sociais e geográficas diversas, vinculadas a este objectivo comum”, funcionando “através de uma plataforma online, sem estrutura formal, totalmente voluntária e em contínuo crescimento” que apela à participação de todos os cidadãos.

O objectivo da SlutWalk Porto é denunciar a violência de género e combater o discurso machista que “objectifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão”. O comunicado clarifica que a marcha não é só para as mulheres, mas sim para todos aqueles que defendam o direito à justiça, à igualdade de género, à pluralidade e à liberdade sexual.

“Esta marcha não é só de mulheres para mulheres, mas sim de todos e para todos os que desejam uma alteração da moral dominante, que garanta a liberdade individual de todas as pessoas, apoiando e protegendo as (potenciais) vítimas de violência sexual e responsabilizando apenas os agressores”, reforça o comunicado.

No mesmo dia que se realiza a marcha na cidade do Porto também Berlim sai à rua. A polémica que levou a estas SlutWalk’s está centrada numa afirmação de um polícia de Toronto que dizia que as mulheres não deviam vestir-se de forma provocante para não se sujeitarem a ser violadas. Esta afirmação provocou uma onda de indignação por todo o mundo à qual a SlutWalk Porto também aderiu.

O manifesto da iniciativa encontra-se online e recusa qualquer forma de culpabilização o sexo feminino por actos de violência sexual. O grupo de cidadãos tem ainda página no Facebook para divulgar a sua acção.

JPN

1ª Marcha das Galdérias do Porto convocada para sábado

11 Ago


Pelo direito a que uma mulher possa ser ela própria sem que seja rotulada de provocadora, realiza-se no sábado a primeira Marcha das Galdérias do Porto, que pretende repudiar a violência de género, disse hoje uma organizadora.

O percurso, com começo marcado para as 22:30, vai da Cordoaria até à Praça dos Poveiros, passando pelas Galerias de Paris e pela Avenida dos Aliados, e tem como objetivo, segundo comunicado enviado hoje, demonstrar indignação “contra a culpabilização que as mulheres continuam a sofrer enquanto vítimas de agressão sexual e contra a desresponsabilização do agressor”.

À semelhança de outras marchas já realizadas, a começar pela de Toronto que deu início ao fenómeno global denominado por ‘SlutWalk’ depois de um polícia ter dito que as mulheres deviam evitar vestir-se como “galdérias” para não serem vítimas de ataques sexuais, o propósito é apelar à “consciência social e ao direito à autodeterminação sexual”, o que se traduz, na prática, pela “liberdade de poder sair à noite no Porto sem ser chateada”, disse à Lusa Carmo Pereira, parte do grupo organizador.

“Que possa ser eu sem ser uma provocadora. Que possa ter o meu discurso sobre o meu corpo sem ser ao serviço de mais ninguém, que não de mim própria. E acho que é preciso consciencializar as pessoas disso”, explicou Carmo Pereira, apelando a que as pessoas participem na marcha, com a denominação que entenderem.

A organização do evento passou, em grande parte, pelo grupo social Facebook, onde o grupo respeitante à ‘SlutWalk’ portuense contava, às 16h30 de hoje, com 190 membros e que permitiu a reunião de “dezenas de pessoas com práticas e identidades sexuais, atividades profissionais e origens culturais, sociais e geográficas diversas, vinculadas a este objectivo comum”, segundo o comunicado do evento.

Tal como as restantes marchas deste cariz, “a marcha portuense centra-se na denúncia da violência de género e no combate ao discurso machista que objetifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão”.

Este é um protesto, refere a página do evento, “contra a ideia de que, quando as mulheres dizem sim, querem dizer sim e quando dizem não, querem dizer sim na mesma”.

No sábado, várias outras marchas terão lugar, um pouco por todo o mundo, de Berlim a Washington, depois de, em Junho, já se ter realizado uma iniciativa deste género em Lisboa.

Diário Digital / Lusa

MARCHA DAS GALDÉRIAS – 13 AGOSTO 2011

2 Ago
13 de AGOSTO 22H30 TRIBUNAL DA RELAÇÃO PORTO

cartaz SLUT WALK PORTO

 

Um grupo de cidad@s informal, vem por este meio convidar-vos para se juntarem a nós, no dia 13 de Agosto de 2011, às 22h30, em frente ao Tribunal da Relação do Porto (Jardim da Cordoaria) e proceder ao percurso nocturno previsto: Tribunal da Relação, Piolho (performance), Rua dos Clérigos, Galerias de Paris, Praça de Ceuta, Aliados, Rua Passos Manuel e Praça dos Poveiros.

 

TRAGAM CARTAZES, DITOS, E ESPALHEM A PALAVRA!

13 DE AGOSTO, GALDERIXS JUNTEM-SE E MARCHEM!

13TH AUGUST, SLUTS ARE GOING TO WALK!