A Marcha das Galdérias é uma forma de protesto

11 Ago

A Marcha das Galdérias não é bem o que o título diz – é uma forma de protesto

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A Marcha das Galdérias não é bem o que o título diz – é uma forma de protestoA primeira Slutwalk aconteceu em Toronto. Foto: Anton Bielousov

Pelo direito a que uma mulher possa ser ela própria sem que seja rotulada de provocadora, realiza-se no sábado a primeira Marcha das Galdérias do Porto, que pretende repudiar a violência de género.

O percurso, com começo marcado para as 22h30, vai da Cordoaria até à Praça dos Poveiros, passando pelas Galerias de Paris e pela Avenida dos Aliados, e tem como objectivo, segundo um comunicado da organização, demonstrar indignação “contra a culpabilização que as mulheres continuam a sofrer enquanto vítimas de agressão sexual e contra a desresponsabilização do agressor”.

À semelhança de outras marchas já realizadas, a começar pela de Toronto que deu início ao fenómeno global denominado por SlutWalk, depois de um polícia ter dito que as mulheres deviam evitar vestir-se como “galdérias” para não serem vítimas de ataques sexuais, o propósito é apelar à “consciência social e ao direito à autodeterminação sexual”, o que se traduz, na prática, pela “liberdade de poder sair à noite no Porto sem ser chateada”, diz Carmo Pereira, da organização.

“Que possa ser eu sem ser uma provocadora. Que possa ter o meu discurso sobre o meu corpo sem ser ao serviço de mais ninguém, que não de mim própria. E acho que é preciso consciencializar as pessoas disso”, explica Carmo Pereira, apelando a que as pessoas participem na marcha, com a denominação que entenderem.

A organização do evento passou, em grande parte, pelo Facebook, onde o grupo respeitante à SlutWalk portuense contava, às 20h desta quinta-feira, com 190 membros, “com práticas e identidades sexuais, actividades profissionais e origens culturais, sociais e geográficas diversas, vinculadas a este objectivo comum”, segundo o comunicado do evento.

Tal como as restantes marchas deste cariz, “a marcha portuense centra-se na denúncia da violência de género e no combate ao discurso machista que objectifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão”.

No sábado, várias outras marchas terão lugar, um pouco por todo o mundo, de Berlim a Washington. Em Junho, já aconteceu uma iniciativa deste género em Lisboa.

Porto24

1ª Marcha das Galdérias contra rótulos de provocações

11 Ago

1ª Marcha das Galdérias convocada para sábado contra rótulos de provocações

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Pelo direito a que uma mulher possa ser ela própria sem que seja rotulada de provocadora, realiza-se no sábado a primeira Marcha das Galdérias do Porto, que pretende repudiar a violência de género, disse hoje uma organizadora.

O percurso, com começo marcado para as 22:30, vai da Cordoaria até à Praça dos Poveiros, passando pelas Galerias de Paris e pela Avenida dos Aliados, e tem como objetivo, segundo comunicado enviado hoje, demonstrar indignação “contra a culpabilização que as mulheres continuam a sofrer enquanto vítimas de agressão sexual e contra a desresponsabilização do agressor”.

À semelhança de outras marchas já realizadas, a começar pela de Toronto que deu início ao fenómeno global denominado por ‘SlutWalk’ depois de um polícia ter dito que as mulheres deviam evitar vestir-se como “galdérias” para não serem vítimas de ataques sexuais, o propósito é apelar à “consciência social e ao direito à autodeterminação sexual”, o que se traduz, na prática, pela “liberdade de poder sair à noite no Porto sem ser chateada”, disse à Lusa Carmo Pereira, parte do grupo organizador.

“Que possa ser eu sem ser uma provocadora. Que possa ter o meu discurso sobre o meu corpo sem ser ao serviço de mais ninguém, que não de mim própria. E acho que é preciso consciencializar as pessoas disso”, explicou Carmo Pereira, apelando a que as pessoas participem na marcha, com a denominação que entenderem.

A organização do evento passou, em grande parte, pelo grupo social Facebook, onde o grupo respeitante à ‘SlutWalk’ portuense contava, às 16h30 de hoje, com 190 membros e que permitiu a reunião de “dezenas de pessoas com práticas e identidades sexuais, atividades profissionais e origens culturais, sociais e geográficas diversas, vinculadas a este objectivo comum”, segundo o comunicado do evento.

Tal como as restantes marchas deste cariz, “a marcha portuense centra-se na denúncia da violência de género e no combate ao discurso machista que objetifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão”.

Este é um protesto, refere a página do evento, “contra a ideia de que, quando as mulheres dizem sim, querem dizer sim e quando dizem não, querem dizer sim na mesma”.

No sábado, várias outras marchas terão lugar, um pouco por todo o mundo, de Berlim a Washington, depois de, em Junho, já se ter realizado uma iniciativa deste género em Lisboa.

Destak/Lusa

‘Galdérias’ marcham no Porto “contra os machistas”

11 Ago

‘Galdérias’ marcham no Porto “contra os machistas”

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A mulher tem direito de querer ser mulher, respeitada, e de andar livremente vestida, sem que seja chamada de provocadora, oferecida, ou até mesmo de “galdéria”. É contra este tipo de rótulos que, no próximo sábado, se irá realizar a primeira Marcha das Galdérias no Porto.

Esta marcha surgiu, inicialmente, em Toronto depois de um polícia ter dito que “as mulheres devem evitar vestir-se de forma provocante se não quiserem ser violadas”.

A indignação do mundo dos saltos altos espalhou-se como um rastilho e a ‘Marcha das Galdérias’ chegou a mais de 70 cidades, desde Sidney, a Londres e Brasília.

Depois de em Junho ter chegado a Lisboa, surge agora no Porto. A ‘Marcha das Galdérias’ (‘slutwalk’, nome de origem), tem como propósito apelar à “consciência social e ao direito à auto-çdeterminação sexual”, e à “liberdade de poder sair à noite no Porto sem ser chateada”, disse à agência Lusa, Carmo Pereira, parte do grupo organizador.

Tal como as restantes marchas deste género, “a marcha portuense centra-se  na denúncia da violência de género e no combate ao discurso machista que  objectifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão”.

No próximo sábado, várias outras marchas terão lugar, um pouco por todo o Mundo, de Berlim a Washington. O percurso desta marcha está marcado para as 22h30.

CM

 

Porto: SlutWalk pela defesa das mulheres

11 Ago

Porto: SlutWalk pela defesa das mulheres
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Porto: SlutWalk pela defesa das mulheresEste sábado, 13 de Agosto, vai ser organizado o SlutWalk Porto. Este evento surge para mostrar a revolta de um grupo de cidadãos contra a culpabilização das mulheres quando são vítimas de agressão sexual.

Depois de passar por várias cidades do Mundo e até por Lisboa no passado dia 25 de Junho, a iniciativa que está contra a “culpabilização que as mulheres continuam a sofrer enquanto vítimas de agressão sexual e contra a desresponsabilização do agressor”, a SlutWalk, está na cidade nortenha no dia 13 de Agosto. A marcha inicia-se pelas 22h30 junto ao Tribunal da Relação do Porto.

Através de comunicado, a organização faz saber que a marcha é realizada por “dezenas de pessoas com práticas e identidades sexuais, actividades profissionais e origens culturais, sociais e geográficas diversas, vinculadas a este objectivo comum”, funcionando “através de uma plataforma online, sem estrutura formal, totalmente voluntária e em contínuo crescimento” que apela à participação de todos os cidadãos.

O objectivo da SlutWalk Porto é denunciar a violência de género e combater o discurso machista que “objectifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão”. O comunicado clarifica que a marcha não é só para as mulheres, mas sim para todos aqueles que defendam o direito à justiça, à igualdade de género, à pluralidade e à liberdade sexual.

“Esta marcha não é só de mulheres para mulheres, mas sim de todos e para todos os que desejam uma alteração da moral dominante, que garanta a liberdade individual de todas as pessoas, apoiando e protegendo as (potenciais) vítimas de violência sexual e responsabilizando apenas os agressores”, reforça o comunicado.

No mesmo dia que se realiza a marcha na cidade do Porto também Berlim sai à rua. A polémica que levou a estas SlutWalk’s está centrada numa afirmação de um polícia de Toronto que dizia que as mulheres não deviam vestir-se de forma provocante para não se sujeitarem a ser violadas. Esta afirmação provocou uma onda de indignação por todo o mundo à qual a SlutWalk Porto também aderiu.

O manifesto da iniciativa encontra-se online e recusa qualquer forma de culpabilização o sexo feminino por actos de violência sexual. O grupo de cidadãos tem ainda página no Facebook para divulgar a sua acção.

JPN

1ª Marcha das Galdérias do Porto convocada para sábado

11 Ago

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Pelo direito a que uma mulher possa ser ela própria sem que seja rotulada de provocadora, realiza-se no sábado a primeira Marcha das Galdérias do Porto, que pretende repudiar a violência de género, disse hoje uma organizadora.

O percurso, com começo marcado para as 22:30, vai da Cordoaria até à Praça dos Poveiros, passando pelas Galerias de Paris e pela Avenida dos Aliados, e tem como objetivo, segundo comunicado enviado hoje, demonstrar indignação “contra a culpabilização que as mulheres continuam a sofrer enquanto vítimas de agressão sexual e contra a desresponsabilização do agressor”.

À semelhança de outras marchas já realizadas, a começar pela de Toronto que deu início ao fenómeno global denominado por ‘SlutWalk’ depois de um polícia ter dito que as mulheres deviam evitar vestir-se como “galdérias” para não serem vítimas de ataques sexuais, o propósito é apelar à “consciência social e ao direito à autodeterminação sexual”, o que se traduz, na prática, pela “liberdade de poder sair à noite no Porto sem ser chateada”, disse à Lusa Carmo Pereira, parte do grupo organizador.

“Que possa ser eu sem ser uma provocadora. Que possa ter o meu discurso sobre o meu corpo sem ser ao serviço de mais ninguém, que não de mim própria. E acho que é preciso consciencializar as pessoas disso”, explicou Carmo Pereira, apelando a que as pessoas participem na marcha, com a denominação que entenderem.

A organização do evento passou, em grande parte, pelo grupo social Facebook, onde o grupo respeitante à ‘SlutWalk’ portuense contava, às 16h30 de hoje, com 190 membros e que permitiu a reunião de “dezenas de pessoas com práticas e identidades sexuais, atividades profissionais e origens culturais, sociais e geográficas diversas, vinculadas a este objectivo comum”, segundo o comunicado do evento.

Tal como as restantes marchas deste cariz, “a marcha portuense centra-se na denúncia da violência de género e no combate ao discurso machista que objetifica o corpo das mulheres como uma provocação que justifica a agressão”.

Este é um protesto, refere a página do evento, “contra a ideia de que, quando as mulheres dizem sim, querem dizer sim e quando dizem não, querem dizer sim na mesma”.

No sábado, várias outras marchas terão lugar, um pouco por todo o mundo, de Berlim a Washington, depois de, em Junho, já se ter realizado uma iniciativa deste género em Lisboa.

Diário Digital / Lusa

MARCHA DAS GALDÉRIAS – 13 AGOSTO 2011

2 Ago
13 de AGOSTO 22H30 TRIBUNAL DA RELAÇÃO PORTO

cartaz SLUT WALK PORTO

 

Um grupo de cidad@s informal, vem por este meio convidar-vos para se juntarem a nós, no dia 13 de Agosto de 2011, às 22h30, em frente ao Tribunal da Relação do Porto (Jardim da Cordoaria) e proceder ao percurso nocturno previsto: Tribunal da Relação, Piolho (performance), Rua dos Clérigos, Galerias de Paris, Praça de Ceuta, Aliados, Rua Passos Manuel e Praça dos Poveiros.

 

TRAGAM CARTAZES, DITOS, E ESPALHEM A PALAVRA!

13 DE AGOSTO, GALDERIXS JUNTEM-SE E MARCHEM!

13TH AUGUST, SLUTS ARE GOING TO WALK!

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